
Na sessão “Terapia do Amor” de hoje, vamos abordar um tema polemico mais o mais comum em quase todos relacionamentos.
-Mas por que este tema?
-Porque, não sei o por que, mas este esta sendo o mês dos “termina-namoro” dos meus amigos. E seria interessante falar sobre isso.
E respondendo a frase que a uma amiga mandou para mim no messenger: "Se teu coração tem buraquinhos, compra super bonde pra colar!" Este não seria uma escolha certa, as vezes perdemos tanto tempo da vida, correndo atrás do que não existe mais, do que já acabou e só nós não percebemos.
Estamos perdendo a chance de conhecer lugares novos, pessoas novas... vida nova. Ficar trancado em casa chorando o que já “deu o que tinha que dar” ou esperando a outra ou o outro decidir o que quer da vida, se gosta ou não.
Você já pensou que poderia estar amando a pessoa errada? Se isso já aconteceu, pense outra vez: Será que é a outra pessoa mesmo que está errada? Muitas vezes o erro pode estar dentro de nós, e no fato de querermos seguir com um relacionamento que não tem perspectiva.
Uma separação deve ser trabalhada da forma certa, bem conversada e aceita por ambas as partes. Quando não acontece dessa forma, é comum que a pessoa inconformada com o fim do relacionamento tente forçar uma reconciliação.
A recusa do outro e a nossa insistência nos leva a uma situação constrangedora e dolorosa. Nos damos conta de que a pessoa que julgamos ser a certa para nós não nos quer e revivemos com isso todas as perdas da nossa vida, desde a infância, que estão no nosso inconsciente. E assim, o sofrimento fica ainda maior.
São nesses momentos de muito sofrimento que devemos repensar se os errados não somos nós, em insistirmos numa relação onde os sentimentos de ambas as partes não estejam alinhados. Uma maneira falsa de tentar esquecer é procurar os defeitos da outra pessoa. Mas, isso nunca dá certo. O ideal é que a compreensão do fim da relação aconteça dentro de nós.
Respeitar a decisão do outro é um ato de coragem. É preciso entender que cabe ao outro saber o que é melhor para ele. Da mesma forma, cabe a você decidir o que é melhor para a sua vida: insistir nessa relação e continuar sofrendo ou tentar esquecer e seguir em frente.